Wednesday, November 14, 2012

Mo ran

Estou lendo o livro do Moran ... as ideias bem articuladas arrastam-me para o ponto de partida. Não devo me questionar se deixe de ser quem eu era, ou onde foi que eu perdi a expectativa. Leio encantada, nem tão surpresa pela linguagem clara e concisa que alinhava ideias alheias, mas absolutamente encantada por reconhecer o discurso. Identificação. Pura e simples. Como os diálogos que se retroalimentam: o que importa não é o que eu sei, mas o que desejo saber.
A história da ocupação humana não é lógica o suficiente. Algumas coisas me interessam mais, como as comunidades no período transitório entre os coletores e os agricultores. Comunidades mais flexíveis e abertas, mais fluidas evidentemente.
Como humanos perdemos em diversidade e compreensão, para garantir o conceito de propriedade e germinar preconceitos. São heranças. Estamos impregnados, afinal. Não há nada para ser exaltado ou glorificado, nem para ser deplorado. São os fatos, para evoluir a humanidade escolheu ser seletiva.
Sem querer lembrei da letra de Maria Fumaça (Kleyton e Kledir) " é sempre bom e aconselhável, unir o útil ao agradável" (tagarap-tagarap-tagarap ... rsrsr)


Saturday, November 10, 2012

memoria audio fonográficas II



Na década de 1970, em Curitiba, assistíamos Concertos para a Juventude, programa dominical na TV Globo.

Melhor que a missa ...

audio fonográficas parece pleonasmo


Tuesday, November 06, 2012

memorias audio fonográficas

A terra



Os monges Beneditinos, no Paraná, meditam em áreas esculpidas pelo tempo em Vila Velha.

O canto gregoriano soa, para mim, como o vento soprando entre colunas em um imenso templo. Algo primário, radical.

06 nov 12

As vezes eu me perco em planos inverossímeis.
Em todas as vezes acompanho o movimento dos sonhos, espectros felizes e envolventes.


Exposição Audiofotográfica Saudades do Brasil... em 1000 pedaços
A Exposição Audiofotográfica Saudades do Brasil... em 1000 pedaços foi o resultado dos registros feitos pelos pesquisadores espanhóis da Universidade Autônoma de Barcelona, Angel Rodrigues e Norminanda Montoya, no ano de 2008 e 2009.
Durante suas inúmeras viagens e materiais coletados, os pesquisadores resolveram desenvolver uma exposição que retratasse a beleza brasileira, com seus sons e imagens. No total foram feitos trezentos registros fotográficos em cem locais diferentes, com a intenção de, segundo os idealizadores “demonstrar as diferenças entre as belezas naturais do Brasil e diminuir os preconceitos em relação ao Brasil no exterior.” 


Em outro site encontro a explicação:
O quê: Mostra áudio fotográfica que apresenta um percurso por rios, cataratas, portos fluviais, praias urbanas e selvagens, com fotos e ruídos de diversos lugares. Os registros são de vários estados brasileiros, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Pará, Amazônia e Mato Grosso.

Sonho um outro sonho! Desejo de mover o mundo, alterar as rotas. 
Nada custa sonhar trazer a exposição para cá, ali no SESC, morada acolhedora dos meus acalantos. Juntinho, ali, "side by side", o Coral a cantar.

Daí surgiu a brincadeira...