Sunday, October 14, 2012

14 10 2012

Sigo por veredas distantes da civilização. Feriado estendido pelo dia do profes ...  Fujo pelas veredas improváveis.
Veredas estão entre montanhas, solo rico de detritos e umidade, propício à vida. Tanta pedra rola da cumeeira dos vales, tanta semente pesa sobre um sulco sedenta ... tanta vida se estabelece em veredas e se transforma. Prefiro não ignorar.
A mesma luz solar que invade o dia, alimenta a noite, revelando sossego iluminado discretamente à força de lua. Sempre me encanta, a lua plena irradiando a luz solar. Enquanto a civilização se curva ao neon, às telas de luzes eletronicamente produzidas, escapo pelas veredas.

A leitura do livro "Nas asas da paixão" foi só um descuido. Estava ali, rolando pela sala há mais de mês, sem que eu encontrasse lugar para pô-la. No período mais conturbado do século XX, seis décadas de história do vinho (tem outras histórias também, sobre as quais salto em leitura dinâmica).
Primeira Guerra Mundial, Segunda, a evolução do cinema e a célere mudança de hábitos e costumes, contrastam com os ciclos dos vinhedos.

0 Comments:

Post a Comment

<< Home