Spock strikes again
Outro almoço ... estou começando a pensar em variações do mesmo tema. Não um circunlóquio. Só "mais do mesmo".
Encontrei um ex-aluno, agora funcionário do local onde foi realizado o treinamento (com almoço) da empresa. Claro que nos cumprimentamos com aquele carinho criador/criatura, abraço de saudade, bem seguro, sorrisos, caras e bocas, cochichos. Olho no olho, aquela confiança intangível.
Estávamos parados no corredor no maior papo e, sem que eu me desse conta, a fila para o almoço chegou até nós. Com minha senha na mão (178) e o miguxo a tiracolo, acompanhei o andamento da fila. À porta do restaurante meu miguxo se despediu. Virei-me e ... Adivinha?
200 pessoas na fila para o almoço, 200 pessoas e que olhos encontro? É sempre ele, o Teacher, testemunha ocular das minhas insanidades.
Dizer que perdi o rebolado é pouco ... não tinha nenhum buraco no chão ... eu conferi. Desgraçadamente, percebi que sentia-me pega em flagrante. Se é possível alguém xingar-se a si mesmo, eu consegui.
Fiquei na fila, ciente de que havia uma distância segura (segura pra quê?) e que a disposição dos pratos não favoreceria que ficássemos frente a frente. Eu enxergava a camisa e sabia aonde estava o dono, até ter certeza que saiu da fila, já servido. Estava avaliando a minha disposição para encontrar pelo em ovo, ou melhor dizendo, em interpretar mal as aparências, convencendo-me que os olhares por acaso se encontraram, no exato instante em que não havia outras pessoas no meio da trajetória. Assim confabulava comigo mesma, aproximando-me incauta das saladas e dos temperos.
Então, do nada, o Teacher materializou-se à minha frente para temperar a salada (ou quase isso) que escolhera para si.
Devo ter me xingado mais um pouco (estou pegando a prática). Não conseguia articular um oi qualquer e ele ali. O minicrânio ali, a menos de 50 cm.
Senti as retinas vibrando de curiosidade, ai ... como eu queria sondar aquele cérebro!
Encontrei um ex-aluno, agora funcionário do local onde foi realizado o treinamento (com almoço) da empresa. Claro que nos cumprimentamos com aquele carinho criador/criatura, abraço de saudade, bem seguro, sorrisos, caras e bocas, cochichos. Olho no olho, aquela confiança intangível.
Estávamos parados no corredor no maior papo e, sem que eu me desse conta, a fila para o almoço chegou até nós. Com minha senha na mão (178) e o miguxo a tiracolo, acompanhei o andamento da fila. À porta do restaurante meu miguxo se despediu. Virei-me e ... Adivinha?
My dear Teacher ... again!
200 pessoas na fila para o almoço, 200 pessoas e que olhos encontro? É sempre ele, o Teacher, testemunha ocular das minhas insanidades.
Dizer que perdi o rebolado é pouco ... não tinha nenhum buraco no chão ... eu conferi. Desgraçadamente, percebi que sentia-me pega em flagrante. Se é possível alguém xingar-se a si mesmo, eu consegui.
Fiquei na fila, ciente de que havia uma distância segura (segura pra quê?) e que a disposição dos pratos não favoreceria que ficássemos frente a frente. Eu enxergava a camisa e sabia aonde estava o dono, até ter certeza que saiu da fila, já servido. Estava avaliando a minha disposição para encontrar pelo em ovo, ou melhor dizendo, em interpretar mal as aparências, convencendo-me que os olhares por acaso se encontraram, no exato instante em que não havia outras pessoas no meio da trajetória. Assim confabulava comigo mesma, aproximando-me incauta das saladas e dos temperos.
Então, do nada, o Teacher materializou-se à minha frente para temperar a salada (ou quase isso) que escolhera para si.
Devo ter me xingado mais um pouco (estou pegando a prática). Não conseguia articular um oi qualquer e ele ali. O minicrânio ali, a menos de 50 cm.
SPOCK! SPOCK! SPOCK!
Senti as retinas vibrando de curiosidade, ai ... como eu queria sondar aquele cérebro!

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